quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

MARIPOSA AMARELA

A borboleta amarela alela voa voeja volátil volútil volúvel /
pelo alelo elo lelo amarelo que não é ela lela alela amarela mariposa /
que adeja e pousa em ser e cousa /

A amarela borboleta que adeja voluteia volúvel voluptuosa /
passa para lá e para cá movida por Alá em lá bemol se há : no Si bemol de Alá há /
curvando meus olhos no espaço curvo /
e tempo turvo no turvo que turva a curva do ser turvo /
de nariz cariz e corvo curvo turvo /

A borboleta amarela voante volúvel voluteia pela teia alheia ameia do castelo belo amarelo /
voluptuosa volúvel volútil volátil e bela amarela borboleta amarela alela ela /
- ela que por nada nada a peixe e fada na água sem hidrogênio casado com oxigênio /
( sem casamento químico alquímico cínico mímico ritmíco anímico )

navega nada com nada na nadadeira de peixe no oxigênio divorciado do hidrogênio /
( casal homossexual natural passional floral amoral moral casal não imoral nem imortal /
pendurado na cor da amora que mora no juro de amor de mora /
que não demora mora na flora ora Flora já em hora grega gregária de outrora ) /

trafega volátil volúvel voluteando pelos rolos de fumo no gás atmosferérico nada feérico /
- gás que sobe solitário pela escada espiral gasosa fervorosa em termodinâmica chaleira /
sozinho no caminho sem o líquido pluvioso fluvioso chuvoso de mar a mar soberano /

-a água que abre o Êxodo com anfíbios insetos térmitas formigas pelo deserto /
onde a voz que clama ainda no deserto é do profeta João Batista batizando a vida /
e o passo com o povo de Moisés - o legislador dos insetos e anfíbios /
que traz a vida em anfíbios e inseto e homens desde o mar Morto /
e o mar Vermelho velho escaravelho espelho do que é mais velho que o Evangelho /

e outrossim pelos cerrados savanas florestas matas cidades vilas aldeias veias cavas / que cavam o mar vermelho de sangue e vinho tinto na hemoglobina eritrócitos /

A mariposa amarela alela pararela passa pelos meus olhos de um lado a outro /
moveu meu olhos ontem antes de ontem tresontante /
move agora e poderá mover amanhã ao dilúculo ou na barra da alva /
indo
até o lusco-fusco e a noite sem estrelas navegantes na tempestade /
ou na noite no nó do pó da avó em avos matemáticos na luz das cefeidas /
vela padrão que vela pela vela acesa da alma /

se houver alva no céu para os meus olhos acesos na alba que alva o dia /
que não estarão vidrados enquanto existir uma borboleta amarela passando /
única que me acorda do sonho confortável em berço de ouro da pré-morte /
que é o sono com a fronha do sonho /

para continuar carregando a cruz romana aos ombros pelas vias dolorosas quotidianas /
- a cruz que é o símbolo do peso da existência de um homem /
a qual carregarei na vida longânima magnânima sobre a lâmina da água doce ou salgada /

E quão mais pesado o cérebro mais gravidade se carrega na cruz! /
- peso que vai nas letras frases e pensamentos que saem da boca e da pena do homem /
( da pena que escreve e da pena que cumpre /
e ainda da pena leve e lave "love" da ave-do-paraíso /
a qual não quero que me leve pluma ultra-leve ao paraíso /
mas me deixe aqui quedo pisando em terra firme sobre o inferno /
plantado com os pés em pé sobre a terra entre o ceú e o inferno /
- que o inferno fica mais abaixo dos subterrâneos de Dostoiésviski /
ó borboleta amarela lela alela aquarela bela borboleta!!! ) /

Que a teoria do Caos te impulsione /
borboleta amarela mariposa : lepidóptero /
porque o teu bater de asas abala o caos /
move o planeta e varre o deus Caos primordial da mitologia /
para o limbo onde a ciência dorme inconsciente da existência de Freud /
- Freud que também teve seu inconsciente longe de alethéia /




















SINFONIA EM AMARELO DE IVAM GRIBEL - SINFONIA EM AMARELO DE IVAN GRIBEL
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

FOTOS E RETRATOS NA PAREDE

Os retratos da infância /
esquecidos ou apagados em desenhos na memória /
ficam para sempre mudos /
até que os olhos poeirem aqueles retratos /
iluminando-os com poeira /
para poder entrar com a luz dos olhos neles /
como uma minhoca escavando o solo /

( ou seriam os retratos que poeiram os olhos?!)

A consciência da infância fica quase toda dependurada nos retratos /
(não nas paredes /
- nas paredes ficavam os relógios cucos /
cuco cuco cuco trinava o pássaro a cada hora ) /

e embora em algumas consciências perdurem /
ao andar com a lembrança pelo ouvido do cuco cuco cuco /
e das paredes das casas das avós sempre viúvas /
outras memórias ficam mescladas com sonhos /
a ponto de não sabermos se foi sonhada ou realizada /
se houve o ato ou o fato /
se foi real ou se sabia a Freud no onírico ou a Jung nos arquétipos /
cujos seres parecem viverem em simbiose ontológica /
já que é impossível separar o mundo onírico do arquetípico /

Lembra-me uma memória infantil renitente e inesquecível /
de um cão enorme e negro sobre mim /
e eu quase a sufocar /
quando eu devia ser criança de quantos anos nem me recordo /
sei apenas que era pequeno e indefeso /
mas não sei do tamanho e nem quão indefeso era /
Esta é uma história sem tempo em mim /
e portanto talvez nem seja uma história /
porque além de não ter tempo em mim /
não deve ter tido tempo no mundo /
logo não é uma história /
ao menos na exatidão matemática que a vida nunca dá /
nem o cérebro ou a mente nem a matemática concreta /
parece-me que esse interlúdio entre a fantasia e a realidade /
carregue os germes de um argumento tíbio /
que ouse temerariamente enunciar /
como a demonstração da simbiose ontológica do onírico e arquetípico /
( Oh! quebrem-me as tíbias na cruz do intelecto! /
pterodáctilos da ciência e outras disciplinas afins do fim ) /

Quiçá esse suposto episódio tenha sido uma mixórdia /
entre o sonho e a realidade /
tendo o tempo de sonho invadido o tempo da realidade /
ou o sono ficado na fronteira limítrofe /
espaço meio vazio e penetrada de matéria escura da noite /
e matéria clara de ovo do dia /
algo entre o ser e a coisa /
entre o pensamento que constrói o ser /
que é a idealidade interior da mente /
e a metade da realidade ou mundo das coisas /
( o fenômeno é a faísca que liga realidade e idealidade ) /

A infância é um baú para poetas a la Mário Quintana /
uma consciência de esconde-esconde /
um brincar na poeira que ficou nos retratos /

Mas apenas nos retratos antigos /
onde se juntava muita poeira e descoloração para o amarelo ou cinza /
poeira de anjo no ser retratado /
que até deixava entrever no desenho a dedo na poeira
que o retratado traçejava num debuxo inconsciente /

e onde os anjos da guarda esquivos apareciam no tênue rascunho /
graças a poeira viandante e visível na luz /
que ainda não a varria com a vassoura da bruxa da luz /
que hoje deixam os anjos da guarda desempregados /
esquecidos até nas estatísticas econômicas /

Todavia as fotografias de hoje não deixam sequer um anjo surrealista decaído /
porquanto limpam toda a poeira com jatos de luz impiedosa /
que rasgaram a poesia no retrato /
queimaram o retrato na fogueira da inquisição da fotografia com câmara digital /
e incineraram com o fogo do inferno da luz com vassoura de bruxa /
os pobres anjos da guarda /
ingênuos e patéticos arlequins /


Poetas das próximas infâncias /
sentirão nostalgia é da luz ou uma possível inovação tecnológica /
que crie uma bruxa com vassoura que varra a fotografia atual /
e fiquemos somente com a nostalgia dos anjos dos artistas /
dos anjos da guarda roubados aos retratos por Salvador Dali /

que amalgamou todos no Anjo Surrealista /
traçados sobre a poeira dos velhos retratos /
desenhados e pintados com poeira e tintas oníricas e arquetípicas /
que o artista retirou das indústrias de silêncio montada em seus sonhos /

PARÊNTESE PARA UM POEMA DE MÁRIO QUINTANA :
Os antigos retratos de parede

Os antigos retratos de parede
Não conseguem ficar longo tempo abstratos.
Às vezes os seus olhos te fixam, obstinados
Porque eles nunca se desumanizaram de todo.
Jamais te voltas para trás de repente.
Não, não olhes agora!
O remédio é cantares cantigas loucas e sem fim...
Sem fim e sem sentido.
Dessas que a gente inventava para enganar a
Solidão dos caminhos sem lua.

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RETRATO DE PICASSO POR MODIGLIANI - RETRATO DE PICASSO POR MODIGLIANI
RETRATO DE PICASO - RETRATO DE PICASSO

RETRATO DE PICASSO - RETRATO DE PICASSO
INTERLÚDIO PARA UM POEMA E O RETRATO DA FAMÍLIA DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE, UM POETA MAIOR :

meus pais ao centro

Retrato de Família
(Carlos Drummond de Andrade)

Este retrato de família
está um tanto empoeirado
Já não se vê no rosto do pai
quanto dinheiro ele ganhou.

Nas mãos dos tios não se percebem
as viagens que ambos fizeram.
A avó ficou lisa, amarela,
sem memórias da monarquia.

Os meninos, como estão mudados.
O rostos de Pedro é tranquilo,
usou os melhores sonhos.
E João não é mais mentiroso.

O jardim tornou-se fantástico.
As flores são placas cinzentas.
E a areia, sob pés extintos,
é um oceano de névoa.

No simicírculo de cadeiras
nota-se certo movimento.
As crianças trocam de lugar,
mas sem barulho: é um retrato.

Vinte anos é um grande tempo.
Modela qualquer imagem.
Se uma figuravai murchando,
outra, sorrindo, se propõe.

Esses estranhos assentados,
meus parentes? Não acredito.
São visitas se divertindo
numa sala que se abre pouco.

Ficaram traços da família
perdidos no jeito dos corpos.
Bastante para sugerir
que um corpo é cheio de surpresas.

A moldura deste retrato
em vão prende suas personagens.
Estão ali voluntariamente,
saberiam - se preciso - voar.

Poderiam sutilizar-se
no clao-escuro do salão,
ir morar no fundo de móveis
ou no bolso de velhos coletes.

A casa tem muitas gavetas
e papíes, escadas compridas.
Quem sabe a malícia das coisas,
quando a matéria se aborrece?

O retrato não me responde,
ele me fita e se contempla
nos meus olhos empoeirados.
E no cristal se multiplicam

os parentes mortos e vivos.
Já não distingo os que se foram
dos que restaram. Percebo apenas
a estranha idéia de família

viajando através da carne.

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domingo, 1 de novembro de 2009

PENSAMENTO VEGETAL

O poeta opera e pensa abaixo do nível instintivo : /
opera e pensa no plano vegetativo /
à flor da realidade vegetal /
Abaixo do mundo vegetal /
está a base mineral /
onde se assentam as raízes /
da primeira vida : /
a vida vegetal do Jardim do Éden /
o incipiente caminho palmilhado no solo pela vida /
na forma de árvore da vida /
árvore do conhecimento /
e ervas amargas /
abraçadas carinhosamente à terra /
No reino mineral /
onde dominam prioritariamente as rochas magmáticas /
os sais minerais e as gemas preciosas /
também há a água /
brotando dos lençóis freáticos /
fontes subterrâneas do mineral que alimenta raízes /
carrega sais e metais pela linha aquática de sua corrente /
a fim de fabricar ligas para corpos vivos /
e cuja umidade se espalha em um novo riacho /
arroio corrente nos caules das ervas /
escorrendo também por dentro de árvores e arbustos /
até ir à flor em pré-forma de mel /
com a qual as abelhas fabricam a doçura sem clorofila /
- o mel que corre pela terra /
rio amarelo com peixes de ouro para nutrir a vida /
à montante e jusante do álveo do alvo leite /
manancial corrente na boa terra prometida /
onde o poeta vive solitário /
exercendo sua sabedoria vegetal /
sua filosofia e ciência vegetativa /
em uma vida separada do mundo /
monge em sua tebaida /
o poeta está na distância demarcado pelo ermitão /
onde nem a razão ou a sensibilidade humana podem chegar /
porque estão muito longe do saber animal instintivo /
saber que está na distância eremita delimitada pelas ervas /
- no chão onde se agarram as mãos vegetais em forma de raízes /
que no homem está plantado no sistema nervoso vegetativo /
outro Jardim do Éden interior /
regado pelo Tibre e Eufrates /
O poeta é um sábio vegetativo /
um filósofo vegetal /


REFERÊNCIAS :
GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA SMIRNOFF - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA SMIRNOFF - VODKA-SMIRNOFF.COM - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA-SMIRNOFF.COM - www.vodka-smirnoff.com - ottogribel - www.vodka-smirnoff.com - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA ORLOFF, BAIKAL - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA ORLOFF, BAIKAL - vodka-orloff - VODKA ORLOFF - vodka-orloff - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA ABSOLUTA - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA ABSOLUTA - vodka-absoluta - VODKA ABSOLUTA - vodka-absoluta - VODKA ABSOLUTA - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA BAIKAL - GOOGLE, WIKIPEDIA : VODKA BAIKAL - vodka-baikal - VODKA BAIKAL - vodka-baikal - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO BISMARK - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO BISMARK - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : OTTO BISMARK - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : OTTO BISMARK - ottobismark.com - OTTO BISMARK - ottobismark.com - OTTOBISMARK - www.ottobismak.com - OTTOBISMARK - www.ottobismark.com - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO BAYER - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO BAYER - ottobayer.com - OTTOBAYER - ottobayer.com - OTTOBAYER - www.ottobayer.com - OTTOBAYER - www.ottobayer.com - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO MULLER - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO MULLER - ottomullergribel.com - OTTO MULLER GRIBEL - ottomullergribel.com - OTTO MULLER GRIBEL - www.ottomuller.gribel.com - OTTO MULLER GRIBEL - www.ottomullergribel.com - OTTOGRIBEL - ottogribel - OTTOGRIBEL - ottogribel - OTTOGRIEBEL - ottogriebel - OTTOGRIEBEL - ottogriebel - VEGETATIVO - VEGETAL - SISTEMA NERVOSO, NERVIOSO VEGETATIVO , VEGETAL -SISTEMA NERVOSO, NERVIOSO VEGETATIVO -
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QUERUBIM
"29 También [Dios] les dijo [a Adán y Eva]: «Yo les doy de la tierra todas las plantas que producen semilla y todos los árboles que dan fruto con semilla;todo esto les servirá de alimento. 30 Y doy la hierba verde como alimento a todas las fieras de la tierra, a todas las aves del cielo y a todos los seres vivientes que se arrastran por la tierra.»"
Nueva Versión Internacional (NVI)

Esto está bien explicado en Génesis 3:22 y 3:24.

El ser humano ha llegado a ser como uno de nosotros, pues tiene conocimiento del bien y del mal. No vaya a ser que extienda su mano y también tome del fruto del árbol de la vida, lo coma y viva para siempre.

Para la protección del Edén y el camino hacia del árbol de la vida, La Biblia dice que Dios puso unos querubines al oriente del huerto de Edén, y una espada ardiente.

QUIMERAS


Quimeras en la decoración externa de la Catedral de Nuestra Señora de París.

ESFINGE

La Esfinge por Franz von Stuck



Clases de alimentos vegetales
Legumbres Cereales
Verduras Frutas

Setas

La división que hizo Aristóteles de la naturaleza, todavía tiene influencia en la actualidad. Distinguió tres clases de seres y los reunió en tres reinos:

  • Minerales, que crecen pero no viven ni sienten
  • Vegetales, que crecen y viven pero no sienten
  • Animales, que crecen, viven y sienten.
  • ÁRBOL, ÁRVORES
Árbol baobab en Sudáfrica.

Árboles nevados.

Mineral

MINERAIS, MINERALES

Muestras de un coleccionista de minerales.MINERALES, MINERAIS

GEMAS, GEMALOGIA

Gemas: turquesa, hematita, crisocola y ojo de tigre (primera fila), cuarzo, turmalina, cornalina, pirita y sugilita (segunda fila), malaquita, cuarzo rosado, obsidiana, rubí y ágata (tercera fila), jaspe, amatista, ágata azul y lapis lázuli (cuarta fila).

ROCAS, ROCHAS

Bloques rocosos en la orilla del mar.

Mesopotamia

RÍO ÉUFRATES, MESOPOTAMIA
Situación de las ciudades de la antigua
Mesopotamia. RIO ÉUFRATES, MESOPOTAMIA.

Río Éufrates

Éufrates

Barca navegando en el Shatt al-Arab, formado por la confluencia del Éufrates y el Tigris.
Longitud 2.780 km
Altitud de la fuente 4.500 msnm
Altitud de la desembocadura n/d msnm
Caudal medio 830 m³/s
Superficie de la cuenca 765.831 km²
C. Hidrográfica n/d
País que atraviesa Turquía
Bandera de Siria Siria
Bandera de Iraq Iraq
Nacimiento Montes Cáucasos en india de marfil
Desembocadura Golfo Pérsico
Ancho de la desembocadura n/d

Tigris

Tigris

Río Tigris en Iraq.
Longitud 1.900 km
Altitud de la fuente n/d msnm
Altitud de la desembocadura n/d msnm
Caudal medio 1.500 m³/s
Superficie de la cuenca 258.000 km²
C. Hidrográfica n/d
País que atraviesa Turquía
Bandera de Siria Siria
Bandera de Iraq Iraq
Nacimiento turquía
Desembocadura río Éufrates
Ancho de la desembocadura n/d

En lengua árabe este río se llama Dijla (pronúnciese la j como "je" en francés) (دجلة).

RIO TIGRIS, TURQUÍA - RIO TIBRE

El Tigris a las afueras de Diyarbakır, Turquía.
RIO TIGRIS, TURQUÍA - RIO TIBRE

BOSQUE CADUCIFOLIO
Un bosque caducifolio de hoja ancha.


sábado, 19 de setembro de 2009

MONARCA NO CASTELO DE CASTILLA

A casa que eu visitara /
cuja visita se espargiu em pó de anjo decaído /
traduzido na contagem de areia realizado pela ampulheta quebrada /
esboroou-se no reino das ervas coletoras de quedas de arcanjos e serafins /
com asas sem rota ou pára-quedas /
- queda fatal de um longo azul remoto e roto /
sobre a casinhola velha /
torta pelo esgar de bruxas de mais de cem anos /
toda enrugada, desgrenhada em cãs /
com o amarelo e o lodo pintado em tinta líquida de clepsidra /
casebre amparado nos braços de dois arbustos /
que a ladeavam em um amplexo que evitava o desmoronamento iminente /
choupana toda barbada de ervas subindo pelas paredes /
junto a lagartos verdes ou negros /

CASTILLO TEMPLÁRIO DE PONFERRADA, ESPAÑA
Archivo:Castillo templario de Ponferrada 001.jpg
CASTILLO TEMPLÁRIO DE PONFERRADA - ESPAÑA
Aquela morada abandonada aos passos sonâmbulos dos sonhos /
que vagam pelos cômodos noite e dia /
arrastando a corrente dos fantasmas e almas penadas /
- aquela cabana era um castelo construído no outro lado do mundo /
no lado de dentro das muralhas do sonho /
onde deixei em arroios de pranto uma velha aldeia abandonada /
para onde fujo todas as noites pelo aqueduto do sono /
na forma de pupa e larva de arcanjo /
que sobe célere pelas escadarias trançada nas muralhas dos castelos medievais /
pelas trepadeiras em flor de trombetas violáceas onde o anjo põe a boca e sopra /
até a ponta mais alta onde o azul em floresta de luz /
é trançada ao azul tecido na flor azul da erva mais escondida nos baixios /
No coração daquela aldeia /
está plantado meu Castelo Templário ao sul onírico de Ponferrada /
longe da guerra e do bulício do mundo /
na solidão azul em flor da aldeia do rei /
- do rei que nunca passou da soleira da lenda /
detrás das fileiras de letras e da história cantada em forma de castelo /
na arquitetura pura do vate eremita /
onde o rei ficou protegido da revolta do povo por muros de castelos mentais /
e principalmente ficou livre o povo do instinto assassino do rei /
emparedado, contido na lenda do poeta /
( assim como ocorreu fictamente nesta monarquia da aldeia do rei que inventei, /
do rei que sou somente eu tomando posse do meu próprio poder sobre mim / sem súdito nem poeta ou bobo, tampouco lacaio ou escravo / nem qualquer ser humano sobre o qual pese a corrente e a máscara de ferro do sistema real / - assim também deveria ser a democracia /
sem máscaras, masmorras e ferros de lei / para conter o império de cada um sobre si ) /


Na aldeia que construí na argamassa mesclada ao mel / com casas na forma hexagonal do alvéolo da colmeia / o rei está preso e condenado atrás das grades de frases da lenda /
guardado pelo Querubim que traz a espada da poesia / a fim de que este predador não fique solto / como sói no mundo / onde o assassino e o ladrão usurpa o trono / e a besta mais feroz é o primeiro na hierarquia / conforme a fórmula enunciada na constante presente na fórmula dos profetas apocalípticos / - estes sábios vegetativos que não se vendem aos criminosos / mas usufruem da vida plena e abundante em quantidade e qualidade / pois tais artistas da sabedoria vital são os anciãos dos anos / os reis do tempo que perpassa sutilmente a vida /



CARLOS EL TEMERARIO

CARLOS EL TEMERARIO
Carlos el Temerario en una representación idealizada del siglo XI
CARLOS EL TEMERARIO
CARLOS I DE VALOIS
CARLOS EL TEMERARIO
CARLOS I DE VALOIS
Un joven Carlos el Temerario, conde de Charolais, portando el Toisón de Oro. Cuadro de Roger van der Weyden

Carlos I de Valois, llamado el Audaz o el Temerario (Francés: Charles le Hardi o le Téméraire; Dijón, 10 de noviembre de 1433 - Nancy, 5 de enero de 1477), fue Duque de Borgoña, Brabante, Limburgo y Luxemburgo, entre otros títulos. Pertenecía a una rama menor de los Valois, que gobernaron Borgoña entre 1364 y 1482.El poder del ducado de Borgoña alcanzó su apogeo bajo su reinado, pero desaparecerá en virtud de los hábiles golpes políticos del rey de Francia, Luis XI. Su muerte en 1477 significó el fin del sueño borgoñón de resucitar la antigua Lotaringia. El matrimonio de su hija María con el emperador Maximiliano ligó la herencia borgoñona al linaje de los Habsburgo, en la persona del hijo de ambos, Felipe el Hermoso, que contraería matrimonio con la reina Juana de Castilla. El hijo de ambos, Carlos, recibiría su nombre en memoria de su bisabuelo.El sobrenombre de "Temerario" no le fue adjudicado hasta pleno romanticismo. Para sus coetáneos fue "Carlos el Audaz", "el Gran León", "el Guerrero" y "el Terrible" para sus detractores.

PETER PAUL RUBENS: CARLOS EL TEMERARIO
Carlos el Temerario según lo imaginara Peter Paul Rubens en el siglo XVII


REFERÊNCIAS :
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